Ecologia
Fórum Social, povos indígenas e transposição
Edgar Patrício
07 Fev 2009 - 16h48min
Um relatório-denúncia foi distribuído por representantes dos povos indígenas do Nordeste durante o Fórum Social Mundial. Os Truká, Tumbalalá, Anacé, Pipipã, Kambiwá, Pankararu, Tuxá, Xokó e Kariri-Xokó denunciam no relatório os impactos diretos das obras da transposição em seus territórios. Os pontos de captação das águas se localizam em território Truká, no município de Cabrobó (PE) e no território do povo Pipipã, em Floresta (PE). Um dos destinos da água transposta será o abastecimento do Complexo Portuário de Pecém (CE), território reivindicado pelos Anacé, que já estão em processo de remoção forçada para implantação das indústrias.
Os indígenas denunciam a invasão do exército brasileiro em seus territórios sem que tenham sido consultados. E que quando o governo não pode negar a identidade étnica e o reconhecimento do território, tenta de todas as formas cooptar os indígenas para a transposição, em troca de direitos básicos como saúde, eletrificação, moradias, demarcação dos territórios e com promessas de trabalho nas obras. O relatório também denuncia a situação de degradação do rio São Francisco, impactado com os sucessivos barramentos hidrelétricos que destruíram a cultura material, territórios e deixou o rio com problemas na economia, na pesca, na agricultura e na reprodução dos recursos naturais.
Além do relatório-denúncia, os povos indígenas do Nordeste elaboraram nove cartografias sociais que registram o descaso das políticas predatórias do governo que impactam os territórios indígenas. A cartografia social é um instrumento de construção coletiva do Povo, que através de um fascículo fala da sua condição étnica, cultural, territorial, seu modo de vida, sua relação com a natureza e o rio São Francisco, os problemas e as ameaças presentes na realidade de seu Povo. (75) 8835 3113
A FAVOR DO PARQUE
O Movimento Proparque elaborou uma Carta Aberta à Prefeitura solicitando a vigilância 24 horas no Parque Ecológico Rio Branco. A Carta é acompanhada por um abaixo-assinado firmado por 1.326 pessoas. Os freqüentadores do Parque temem que pessoas em situação de rua possam instalar ali moradias irregulares. Reclamam também do lixo e entulho no local. O Movimento afirma que as mesmas denúncias foram feitas à Prefeitura desde 1995. Em 2005 um diagnóstico foi entregue aos novos gestores. O mesmo diagnóstico, atualizado, foi entregue em novembro do ano passado, para os secretários municipais. (85) 3254 1203.
IPCC E ENERGIAS RENOVÁVEIS I
Cerca de 70 pesquisadores ligados ao Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) se reuniram no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP). A intenção foi iniciar a elaboração de um relatório especial sobre energias renováveis. A previsão é que o documento seja finalizado em 2011. O roteiro inclui uma revisão detalhada do conhecimento científico disponível a respeito do uso de energias renováveis no mundo - solar, eólica, hídrica e biocombustíveis. Na pauta, a relação entre energias renováveis e redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.
IPCC E ENERGIAS RENOVÁVEIS II
Sete cientistas brasileiros participam do trabalho. O relatório vai detalhar as iniciativas com energias renováveis que deram certo, as que deram errado e porque deram errado. Ao Brasil, interessam duas questões específicas, que podem ser esclarecidas ‘cientificamente’ pelo relatório. A primeira, o debate sobre as emissões de metano de hidrelétricas; a segunda, a sustentabilidade ambiental dos biocombustíveis, em torno da polêmica sobre o crescimento do desmatamento para sua expansão.
EDIFÍCIO SUSTENTÁVEL
O portal Pluridoc é uma plataforma comunitária de alojamento, pesquisa e download de documentos técnicos de qualquer área temática. Nele, você vai encontrar o trabalho de conclusão de mestrado de Aline Delgado. A dissertação analisa estratégias de reabilitação sustentável de edifícios, utilizando como estudo de caso a reabilitação da Estação de Caminhos de Ferro de Sacavém. São apresentadas e discutidas soluções de design que procuram tornar os edifícios exemplares no que se refere ao consumo de água, energia e materiais. Acesso pelo www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&ID=3119&lang=pt.
Os indígenas denunciam a invasão do exército brasileiro em seus territórios sem que tenham sido consultados. E que quando o governo não pode negar a identidade étnica e o reconhecimento do território, tenta de todas as formas cooptar os indígenas para a transposição, em troca de direitos básicos como saúde, eletrificação, moradias, demarcação dos territórios e com promessas de trabalho nas obras. O relatório também denuncia a situação de degradação do rio São Francisco, impactado com os sucessivos barramentos hidrelétricos que destruíram a cultura material, territórios e deixou o rio com problemas na economia, na pesca, na agricultura e na reprodução dos recursos naturais.
Além do relatório-denúncia, os povos indígenas do Nordeste elaboraram nove cartografias sociais que registram o descaso das políticas predatórias do governo que impactam os territórios indígenas. A cartografia social é um instrumento de construção coletiva do Povo, que através de um fascículo fala da sua condição étnica, cultural, territorial, seu modo de vida, sua relação com a natureza e o rio São Francisco, os problemas e as ameaças presentes na realidade de seu Povo. (75) 8835 3113
A FAVOR DO PARQUE
O Movimento Proparque elaborou uma Carta Aberta à Prefeitura solicitando a vigilância 24 horas no Parque Ecológico Rio Branco. A Carta é acompanhada por um abaixo-assinado firmado por 1.326 pessoas. Os freqüentadores do Parque temem que pessoas em situação de rua possam instalar ali moradias irregulares. Reclamam também do lixo e entulho no local. O Movimento afirma que as mesmas denúncias foram feitas à Prefeitura desde 1995. Em 2005 um diagnóstico foi entregue aos novos gestores. O mesmo diagnóstico, atualizado, foi entregue em novembro do ano passado, para os secretários municipais. (85) 3254 1203.
IPCC E ENERGIAS RENOVÁVEIS I
Cerca de 70 pesquisadores ligados ao Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) se reuniram no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP). A intenção foi iniciar a elaboração de um relatório especial sobre energias renováveis. A previsão é que o documento seja finalizado em 2011. O roteiro inclui uma revisão detalhada do conhecimento científico disponível a respeito do uso de energias renováveis no mundo - solar, eólica, hídrica e biocombustíveis. Na pauta, a relação entre energias renováveis e redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.
IPCC E ENERGIAS RENOVÁVEIS II
Sete cientistas brasileiros participam do trabalho. O relatório vai detalhar as iniciativas com energias renováveis que deram certo, as que deram errado e porque deram errado. Ao Brasil, interessam duas questões específicas, que podem ser esclarecidas ‘cientificamente’ pelo relatório. A primeira, o debate sobre as emissões de metano de hidrelétricas; a segunda, a sustentabilidade ambiental dos biocombustíveis, em torno da polêmica sobre o crescimento do desmatamento para sua expansão.
EDIFÍCIO SUSTENTÁVEL
O portal Pluridoc é uma plataforma comunitária de alojamento, pesquisa e download de documentos técnicos de qualquer área temática. Nele, você vai encontrar o trabalho de conclusão de mestrado de Aline Delgado. A dissertação analisa estratégias de reabilitação sustentável de edifícios, utilizando como estudo de caso a reabilitação da Estação de Caminhos de Ferro de Sacavém. São apresentadas e discutidas soluções de design que procuram tornar os edifícios exemplares no que se refere ao consumo de água, energia e materiais. Acesso pelo www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&ID=3119&lang=pt.
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13/02/2009
23:55
Será que as Môscas de Sobral tem algum relacionamento com o desrespeito ao Meio-Ambiente ou é só uma questão HYLUX?????
Genuino Macedo
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