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Ecologia

Ciranda das chuvas...

Edgard Patrício
14 Mar 2009 - 16h42min

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A atividade se repete a cada início da estação chuvosa. O Núcleo de habitação e Meio Ambiente (Nuhab) realiza visitas às áreas de risco da cidade a fim de acompanhar a situação das comunidades que mais sofrem com os alagamentos e desabamentos. Foram visitadas comunidades localizadas nas SER II e VI, mais precisamente: Morro Santa Terezinha, Comunidade das Placas (Praia do Futuro), Lagoa do Papicu, Lagamar e Boa Vista (Cocó). Na SER III e V foram visitados o João XXIII, Henrique Jorge, Genibaú, Parque São José, Comunidade Coité e Parque Jerusalém.Há seis anos o Nuhab realiza as visitas às áreas de risco da cidade neste período. E tem constatado que ainda existem centenas de famílias vivendo nestas áreas. A intenção é discutir a situação presenciada durante as visitas numa audiência pública que está sendo articulada na Câmara de Vereadores.

As visitas são organizadas pela Federação de Bairros e Favelas de Fortaleza, Cearah Periferia, Central dos Movimentos Populares, Escritório Frei Tito de Direitos Humanos, Movimento dos Conjuntos Habitacionais, Cáritas Arquidiocesana, Fundação Marcos de Broin, Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas, todas integrantes da Rede Nuhab.

Na crise, meio ambiente pode ser relegado?
Ambientalistas brasileiros, movimentos sociais e a Rede Brasil sobre Instituições financeiras multilaterais reivindicam que o Banco Mundial adie o financiamento de US$ 1,3 bilhão ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O financiamento é denominado Programmatic Environmental Sustainability Development Policy Loan Project e é de US$ 1,3 bilhão em sua primeira fase, com a possibilidade de ser ampliado para US$ 2 bilhões. Segundo as organizações, seria um erro aprovar este projeto. Em carta enviada à vice-presidente do Banco Mundial para América Latina e Caribe, Pamela Cox, as organizações defendem que o empréstimo deveria ser postergado para que seja submetido a uma ampla consulta com a sociedade brasileira.

O motivo é que o Banco Mundial já fez diversos empréstimos para o governo brasileiro com considerações socioambientais, inclusive para o Ministério de Minas e Energia (MME), e que nunca foram cumpridos. Como exemplo, eles citam o Plano Decenal de Expansão Energia-2008/2017, do MME, que prevê 71 novos projetos de grandes hidrelétricas na Amazônia, o aumento do número de termelétricas e a expansão de plantações de cana-de-açúcar para a produção de etanol, enquanto não há investimentos consideráveis nas alternativas renováveis, limpas e em eficiência energética.

Desempenho ambiental
O Núcleo de Meio Ambiente (Numa) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) está com inscrições abertas para a 6ª edição do Prêmio Fiec por Desempenho Ambiental. O objetivo da premiação é reconhecer o esforço das indústrias cearenses que tenham se destacado na conservação do meio ambiente e na implementação da qualidade ambiental dentro dos princípios do desenvolvimento sustentável, de modo a servir de modelo para outras empresas. As categorias em disputa são Reuso de Água, Produção Mais Limpa, Integração com a Sociedade e Educação Ambiental. Informações no www.sfiec.org.br/meioambiente ou (85) 3421 5923

Missões ecológicas
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) pediu às missões de paz da organização que utilizem práticas e tecnologias ecologicamente corretas. A recomendação é parte do relatório “Do Conflito à Construção da Paz: o Papel de Recursos Naturais e o Meio Ambiente”. De acordo com a agência da ONU, a demanda por madeira e água, por exemplo, pode colocar ainda mais em risco áreas vulneráveis ecologicamente. Pela pesquisa, quatro em cada dez conflitos internos das últimas décadas eram associados a recursos naturais.

Exemplo de lá
Ameaçada de extinção, a cultura do pequi na Bahia ganhou um aliado. Projeto do deputado estadual Gilberto Brito declara o pequizeiro como espécie de preservação permanente, de interesse comum e imune de corte no Estado da Bahia. Por lá, os pequizeiros vêm sendo derrubados sistematicamente por causa da expansão acelerada da agricultura e da pecuária correndo sério risco de extinção. De acordo com o projeto do parlamentar, o abate do pequizeiro só será admitido quando necessário à execução de obras, planos, atividades ou projetos de utilidade pública ou de relevante interesse social.

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16/03/2009
13:02

ecologia com desenhos e charges deveria ser colocados nas divugaçoes

jessica aparecida de paiva barbosa

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