Economia
Contra crise
ONU propõe substituto para FMI
25 Jun 2009 - 00h29min
O documento que as delegações de países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) vão votar, com medidas sugeridas para o combate aos efeitos da crise financeira, inclui a proposta de criação de uma instituição financeira internacional alternativa ao Fundo Monetário Internacional (FMI). A informação foi dada pelo Nobel Joseph Stiglitz, presidente da Comissão de Especialistas, que escreveu o documento para a ONU. Entre os autores deste relatório está o ex-ministro Rubens Ricupero.
Ao falar em uma mesa-redonda, Stiglitz disse que a comissão destacou no documento a “necessidade de criação de uma instituição mais rápida para distribuição de fundos” e que atue por outros mecanismos. O acadêmico considera uma “ironia” fazer do FMI o organismo responsável em dar respostas para a crise. A política de pressão do Fundo, critica ele, “contribuiu para a crise e espalhamento dela”.
Além de parte importante de financiamentos concedidos pelo FMI ter condicionalidades para a liberação, a “eficiência deles permanece controversa”, emendou Stiglitz.
A instituição alternativa ao Fundo, citada pelo professor da Columbia University, nos Estados Unidos, liberaria recursos por uma forma de concessão, e não por financiamentos. “Não queremos outra crise de dívidas”, completa. (da Agência Estado)
Ao falar em uma mesa-redonda, Stiglitz disse que a comissão destacou no documento a “necessidade de criação de uma instituição mais rápida para distribuição de fundos” e que atue por outros mecanismos. O acadêmico considera uma “ironia” fazer do FMI o organismo responsável em dar respostas para a crise. A política de pressão do Fundo, critica ele, “contribuiu para a crise e espalhamento dela”.
Além de parte importante de financiamentos concedidos pelo FMI ter condicionalidades para a liberação, a “eficiência deles permanece controversa”, emendou Stiglitz.
A instituição alternativa ao Fundo, citada pelo professor da Columbia University, nos Estados Unidos, liberaria recursos por uma forma de concessão, e não por financiamentos. “Não queremos outra crise de dívidas”, completa. (da Agência Estado)
Dê sua nota clicando nas estrelas
Comentar essa notícia
Importante: Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade de seus autores e as conseqüências derivadas deles podem ser passíveis de sanções legais. O usuário que incluir em suas mensagens algum comentário que viole o regulamento será eliminado e inabilitado para voltar a comentar.
Mais Notícias
Últimas
Últimas
Indique essa notícia
















© 2009 O POVO - Todos os direitos reservados