Vida & Arte
Rock´n´Roll cinematográfico
17 Jan 2009 - 01h41min
Segundo o coordenador pedagógico do projeto Rock.Doc, Marcelo Paes de Carvalho, a idéia era que essas produções servissem como uma “vitrine do que representa a música pesada no Ceará”. Por isso, a cena local teve prioridade no momento da escolha dos temas. Para estrelar os dois clips feitos pela turma, a ACR fez uma seleção entre seus associados, até escolher as bandas A.N.D.E.S. e Facada. Já os dois documentários produzidos tiveram como base a monografia de conclusão de curso do designer gráfico George Frizzo, intitulada A Produção Independente No Rock Cearense: Universo Virtual Como Uma Economia Sustentável, e a dissertação de mestrado da socióloga Abda Medeiros, Cosmologias do Rock em Fortaleza.
Abda, por sinal, se envolveu tanto com o documentário, que entrou para a equipe de produção, acompanhando os alunos na construção do roteiro, nas gravações externas e nas várias entrevistas com figuras importantes do cenário local e nacional, como os membros das bandas cearenses Obskure e Clamus e o jornalista Ricardo Batalha, da publicação especializada em heavy metal e rock clássico Roadie Crew. No total, foram 12 horas de gravações, editadas para caber em cerca de 12 minutos de documentário, mas a socióloga diz que o grupo já está pensando em como utilizará parte do material que ficou de fora: “Esse primeiro documentário é uma amostra do trabalho que a gente pretende fazer, um filme longa-metragem”, antecipa.
Katiushia de Moraes, aluna do projeto, ecoa a empolgação de Abda: “A idéia é que a gente continue acrescentando outras imagens, outras experiências ao documentário”. Ela já freqüentava os shows de rock locais, mas não conhecia muito bem as bandas de heavy metal. Depois de produzir um vídeo sobre a cena, passou a apreciar mais o gênero e acredita que outras pessoas também começarão a compreendê-lo melhor: “O documentário serviu muito pra desfazer um pouco essa questão do preconceito que existe em torno do metal. A gente mostrou as várias fases antes do show, a preparação, a seqüência, os bastidores”, afirma a jovem, que planeja manter o vínculo com a associação e continuar as experimentações no meio audiovisual.
E, segundo Marcelo, espaço para experimentações futuras não vai faltar: “O Rock.Doc deve virar um incubadora de projetos e de idéias”, afirma. Mais dois projetos próprios de alunos da primeira turma já estão engatilhados para este ano: um documentário sobre a Galeria Pedro Jorge, ponto de encontro dos roqueiros da cidade, e outro sobre o heavy metal cearense. Além disso, as inscrições para a segunda turma já começaram e vão até o dia 21 de janeiro.
Abda, por sinal, se envolveu tanto com o documentário, que entrou para a equipe de produção, acompanhando os alunos na construção do roteiro, nas gravações externas e nas várias entrevistas com figuras importantes do cenário local e nacional, como os membros das bandas cearenses Obskure e Clamus e o jornalista Ricardo Batalha, da publicação especializada em heavy metal e rock clássico Roadie Crew. No total, foram 12 horas de gravações, editadas para caber em cerca de 12 minutos de documentário, mas a socióloga diz que o grupo já está pensando em como utilizará parte do material que ficou de fora: “Esse primeiro documentário é uma amostra do trabalho que a gente pretende fazer, um filme longa-metragem”, antecipa.
Katiushia de Moraes, aluna do projeto, ecoa a empolgação de Abda: “A idéia é que a gente continue acrescentando outras imagens, outras experiências ao documentário”. Ela já freqüentava os shows de rock locais, mas não conhecia muito bem as bandas de heavy metal. Depois de produzir um vídeo sobre a cena, passou a apreciar mais o gênero e acredita que outras pessoas também começarão a compreendê-lo melhor: “O documentário serviu muito pra desfazer um pouco essa questão do preconceito que existe em torno do metal. A gente mostrou as várias fases antes do show, a preparação, a seqüência, os bastidores”, afirma a jovem, que planeja manter o vínculo com a associação e continuar as experimentações no meio audiovisual.
E, segundo Marcelo, espaço para experimentações futuras não vai faltar: “O Rock.Doc deve virar um incubadora de projetos e de idéias”, afirma. Mais dois projetos próprios de alunos da primeira turma já estão engatilhados para este ano: um documentário sobre a Galeria Pedro Jorge, ponto de encontro dos roqueiros da cidade, e outro sobre o heavy metal cearense. Além disso, as inscrições para a segunda turma já começaram e vão até o dia 21 de janeiro.
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