Saúde
Tratamento
Centro de Tratamento de Esclerose Múltipla acompanha 70 pacientes no HGF
Sem o diagnóstico precoce, a doença pode comprometer a qualidade de vida dos portadores levando até à degeneração
31 Mar 2009 - 09h13min
O Centro de Tratamento de Esclerose Múltipla do Hospital Geral de Fortaleza (HGF) funciona desde maio de 2008 e hoje acompanha 70 pacientes. Os atendimentos ocorrem sempre às quartas-feiras pela manhã. A equipe chefiada pelo neurologista Artur d'Almeida é composta ainda por oftalmologista, urologista, nutricionista, fonoaudiólogo,farmacêutica e enfermeira.
A esclerose múltipla, muitas vezes, fica silenciosa. Por isso é importante ficar atento aos sintomas, que vem e vão. Sem o diagnóstico precoce, a doença pode comprometer a qualidade de vida dos portadores levando até à degeneração.
No HGF, o tratamento é feito com medicamentos de alto custo que modulam a imunidade. Na rede complementar, o custo mensal de um paciente com esclerose múltipla chega a 7 mil reais mensais.
Como se trata de uma doença com manifestação remitente-recorrente, o objetivo do tratamento é reduzir a possibilidade de um novo surto, de uma nova exacerbação da doença. Isso significa tentar aumentar o intervalo entre um sintoma e outro. Hoje, com a eficiência das medicações, os surtos são espaçados e se evita as degenerações.
Se o doente apresentar mais do que duas manifestações clínicas por ano, se no período de seis meses a um ano entre dois exames, a ressonância magnética revelar número crescente de lesões novas, deve ser prescrito tratamento para controlar a imprevisibilidade da doença. Muitos pacientes chegam a declarar que se sentiriam menos abalados se soubessem que tinham uma doença de progressão lenta, mas que não lhes passasse a sensação de que "hoje estou bem, amanhã talvez não possa trabalhar ou não consiga ler nem escrever uma palavra sequer". Portanto, é a imprevisibilidade dos sintomas que ainda hoje determina a prescrição do tratamento, cujo objetivo é reduzir o impacto da recidiva na vida dos doentes.
A esclerose múltipla, muitas vezes, fica silenciosa. Por isso é importante ficar atento aos sintomas, que vem e vão. Sem o diagnóstico precoce, a doença pode comprometer a qualidade de vida dos portadores levando até à degeneração.
No HGF, o tratamento é feito com medicamentos de alto custo que modulam a imunidade. Na rede complementar, o custo mensal de um paciente com esclerose múltipla chega a 7 mil reais mensais.
Como se trata de uma doença com manifestação remitente-recorrente, o objetivo do tratamento é reduzir a possibilidade de um novo surto, de uma nova exacerbação da doença. Isso significa tentar aumentar o intervalo entre um sintoma e outro. Hoje, com a eficiência das medicações, os surtos são espaçados e se evita as degenerações.
Se o doente apresentar mais do que duas manifestações clínicas por ano, se no período de seis meses a um ano entre dois exames, a ressonância magnética revelar número crescente de lesões novas, deve ser prescrito tratamento para controlar a imprevisibilidade da doença. Muitos pacientes chegam a declarar que se sentiriam menos abalados se soubessem que tinham uma doença de progressão lenta, mas que não lhes passasse a sensação de que "hoje estou bem, amanhã talvez não possa trabalhar ou não consiga ler nem escrever uma palavra sequer". Portanto, é a imprevisibilidade dos sintomas que ainda hoje determina a prescrição do tratamento, cujo objetivo é reduzir o impacto da recidiva na vida dos doentes.
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07/07/2009
16:10
como poderia participar deste tratamento?
madalena berchtold
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